Técnico aumenta média de gols, mas busca ajuste final na zaga do Palmeiras

A chegada de Marcelo Oliveira trouxe benefícios ao Palmeiras. Depois de um início irregular no Brasileirão, o time alviverde deixou a par...

Marcelo Oliveira Palmeiras x Sport (Foto: Marcos Ribolli)A chegada de Marcelo Oliveira trouxe benefícios ao Palmeiras. Depois de um início irregular no Brasileirão, o time alviverde deixou a parte de baixo da tabela de classificação e se credenciou como um dos candidatos ao G-4. Na Copa do Brasil, espantou a zebra alagoana do ASA, na terceira fase, para depois superar, com sucesso, uma difícil sequência na reta final do mata-mata, eliminando Cruzeiro, Internacional e Fluminense antes da decisão contra o Santos.
Porém, após 33 jogos sob o comando da comissão técnica atual bicampeã nacional, o Verdão ainda carece de ajustes em alguns aspectos. E a principal dor de cabeça é a irregularidade do sistema defensivo.
Ao mesmo tempo em que o Palmeiras passou a fazer mais gols no ataque, com desempenhos elogiados de Dudu, Gabriel Jesus, Robinho e Barrios, o time também foi mais vazado pelos adversários. Em números, foram 59 gols marcados (média de 1,78 por jogo) e 44 sofridos (média de 1,33 por jogo), contra 50 gols marcados e 26 sofridos da época de Oswaldo de Oliveira.
Quando assumiu a equipe, no fim de junho, Marcelo Oliveira estreou com derrota para o Grêmio, em Porto Alegre, mas logo na sequência conseguiu oito partidas de invencibilidade. Neste período, o Palmeiras saiu de campo sem sofrer gols em quatro partidas consecutivas. Junto com o fim da sequência positiva, veio a queda de produção dos seus defensores.
Nas últimas 25 partidas, a equipe alviverde saiu de campo sem ser vazada apenas uma vez - na vitória por 2 a 0 contra o Figueirense, no dia 12 de setembro, na arena, pela 25ª rodada do Campeonato Brasileiro.
Atualmente, apenas Vitor Hugo tem vaga garantida no setor. Leandro Almeida já foi utilizado por Marcelo Oliveira, que tem revezado mais Victor Ramos e Jackson no setor. O primeiro retornou ao time na primeira semifinal contra o Fluminense, mas acabou substituído no intervalo. No fim de semana, não foi relacionado para o clássico contra o Santos por opção da comissão técnica. O segundo tem recebido mais oportunidades e deve ser mantido na equipe.
O ajuste para a reta final da temporada é necessário. O Palmeiras volta a campo domingo, às 17h (horário de Brasília), contra o Vasco, para o primeiro dos sete jogos que restam em 2015 – cinco pelo Brasileirão, dois pela final da Copa do Brasil, contra o Santos. 

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